quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

As horas finais




Estou eu aqui em casa, após o trauma das malas: eu achando suficiente levar três camisetas brancas, três regatas, duas calças jeans, duas bermudas, um chapéu, meus óculos escuros, calcinhas e minha havaina...
Minha mãe vê isso, e, descrente do meu minimalismo e desapego, resolve transformar fazer as malas num ensaio épico de organização e como fazer caber mais em menos. Assim, o que era pra ser uma mochilinha virou duas malas gigantescas.
Eu só quero é ver quando eu falar que quem vai pagar o excesso de bagagem no aeroporto é ela e não eu e meu suado dinheirinho de bolsista.

E por falar em malas, eu lembro dos meus amigos (Brinks galera). É uma sensação de estou-esquecendo-tudo-que-deveria-levar que não passa... certeza que é porque eu vou tomar sol de um lado do pacífico e meus queridos do outro lado, e outros no Atlântico mesmo. Sério, gente, eu vou viver de saudades. Viver, porque se fosse pra morrer disso o desfalecimento começaria já.

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